Publicado originalmente em SRDZ.

A presidente Dilma Rousseff afirmou, nesta segunda-feira, que o governo pretende atingir 1,2 milhão de matrículas em universidades federais até 2014. Ela acredita que um salto na educação brasileira pode contribuir para minimizar efeitos da crise econômica internacional. Com a construção de quatro unidades no Norte e Nordeste, a rede federal passa a somar 63 universidades.

“Temos que ter consciência de que estamos vivendo uma situação mundial de muitas turbulências lá fora. Estamos preparados para atravessar esse momento de instabilidade econômica mundial, mas não podemos descuidar. Temos que enfrentar os desafios de hoje sem tirar os olhos do amanhã”, disse.

No programa semanal “Café com a Presidenta”, ela avaliou o anúncio das novas universidades como um passo importante na terceira fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação, formada por universidades federais e também por Institutos Federais de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia (Ifets).

“Estamos criando condições para formar engenheiros, médicos, agrônomos, professores, dentistas e técnicos das mais diversas especializações, em municípios dos mais diferentes tamanhos, em todas as regiões”, afirmou Dilma.

“Antes, para realizar o sonho de ter uma profissão, o jovem tinha que sair de casa, viajar para estudar na capital ou nos grandes centros urbanos. Agora, o ensino universitário, o ensino tecnológico está indo onde o cidadão mora ou nas suas vizinhanças”, explicou, sobre o fato de que a prioridade para a construção das novas universidades são as cidades onde não existiam unidades da rede federal, sobretudo no interior do país, e regiões com elevado percentual de pobreza, nos quais a prefeitura encontra dificuldades em investir em educação.

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