Pois é, o golpe deu nisso: um “presidente” que daqui a pouco vai chegar a taxas negativas de aprovação pela população brasileira nas pesquisas.

Vamos rir para não chorar…

Veja onde nos levou a elite brasileira, que não aceitou que os governos petistas de Lula e Dilma tirassem mais de 20 milhões de pessoas do mapa da fome; não aceitou que o nosso mercado interno fosse agigantado e que nossa economia crescesse, visando atingirmos a soberania nacional e independência econômica.

E por isso deu o golpe.

Enfim, hoje temos um presidente golpista e corrupto no poder, bancado pelo “deus mercado”, o “deus lucro”; bancado por congresso tão golpista e corrupto quanto o próprio Temer.

Mais que nunca precisamos que o “fora Temer” seja bradado em cada esquina, em cada casa, por cada cidadão de bem.

Nosso país não aguenta mais esse descalabro político.

Fora Temer!

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Matéria publicada nesta sexta-feira (28) pelo jornal argentino Clarín comenta o resultado da pesquisa realizada para medir a popularidade do presidente do Brasil.

O diário afirma que Michel Temer é rejeitado pelos setores mais populares do Brasil, assim como pela classe média e meio artístico.

Clarín informa que 5% considera bom o governo do presidente brasileiro e nada menos que 70% consideram simplesmente terrível. Apenas 21 por cento o chamou de regular, acrescenta. Estes números resultam da mais recente pesquisa realizada pela empresa Ibope.

Os números revelam que a popularidade do presidente caiu drasticamente entre março e julho: passou de 10% há quatro meses para exatamente a metade. Ele também tem o pior indicador desde o início da democracia no Brasil (em 1985), destaca o Clarín.

O periódico aponta que alguns setores estão profundamente irritados com várias das medidas do presidente Temer. A impopularidade pode ser explicada por uma série de fatores, como por exemplo pela  crise econômica, que vem atingindo não só os trabalhadores de carteira assinada, mas os autônomos, cientistas, acadêmicos e pessoas de setores de cultura.

Clarín também diz que o presidente diminui sua popularidade por conta da queixa feita pelo procurador Rodrigo Janot, que acusou o político de estar envolvido em corrupção com a empresa JBS.

Foi este último escândalo, deflagrado no dia 18 de maio, que criou uma crise sem precedentes, ressalta o texto. A situação é tão grave que afetou a recessão, que aumentou nos últimos dois meses. Isso explica por que o governo sofreu retração da arrecadação de impostos, o que causou uma queda considerável nos fluxos e agora requer aumentar os impostos e despesas cortadas drasticamente.

Clarín também comenta o baixo nível de confiança no chefe de Estado: 87% não têm; e apenas 10% disseram que tinham algum.

O vespertino fala que o mais notável na pesquisa é um possível impacto sobre as eleições presidenciais de 2018, já que 52% dos entrevistados avaliam o governo Temer como pior do que o de Dilma.

Leia na íntegra a reportagem do Clarín.

Fonte: Brasil 247

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