O governo golpista de MiShell Temer vem negociando com o Parlamento apoio à reforma da Previdência. O convencimento não vem se dando no plano das ideias, mas no bolso: perdão de dívidas dos grandes produtores rurais, parcelamento de débitos de municípios com o INSS e o que vem sendo chamado de “Megarrefis”, oficialmente Programa Regularização Tributária (PRT). Além disso, o loteamento de cargos na máquina pública federal por parte dos Deputados da base aliada vem ocorrendo aos montes e sem nenhum critério técnico. Tudo para aprovar o fim da aposentadoria da classe trabalhadora brasileira.

Triste, mas é a pura e dura realidade imposta pelo PMDB ao Brasil. O partido que é o grande responsável pelos problemas do nosso país desde muito tempo.

Sigamos firmes na nossa luta e na nossa esperança em dias melhores… pois a mudança só virá pela força da população e dos movimentos sociais…

Depois de barganhar com cargos de confiança e indicações políticas, o Programa de Regularização Tributária (PRT) deve ser o maior pacote de “bondades” da história. A versão proposta pela comissão especial criada pelo Congresso alivia significativamente multas e juros, inclusive de grandes devedores, e provocaria uma perda de arrecadação de R$ 23 bilhões.

O texto aprovado na comissão permite o parcelamento das dívidas em até 180 meses e, dependendo da parcela inicial, garante às empresas devedoras o direito a até 90% de desconto nas suas multas; a medida deve desequilibrar ainda mais a arrecadação federal

Para aprovar suas impopulares reformas, o igualmente impopular Michel Temer se rendeu ao toma-lá dá-cá do Congresso. Depois de barganhar com cargos de confiança e indicações políticas, o peemedebista deve aprovar um perdão bilionário a devedores em troca de apoio parlamentar para as mudanças trabalhista e previdenciária.

As informações são de reportagem de Julio Wiziack, Bruno Boghossian e Daniel Carvalho na Folha de S.Paulo.

“Batizado como Programa de Regularização Tributária (PRT), e popularmente conhecido como novo Refis, o novo plano começou a ser discutido depois que o Congresso alterou proposta original do governo, incluindo vários benefícios para devedores.

A equipe econômica é contrária aos descontos e trabalha para reduzir ao mínimo a perda de arrecadação nas negociações. No limite, aceita descontos de até 25% nas multas e 25% nos juros sob determinadas condições de pagamento da dívida. As discussões estavam em andamento nesta segunda (15).

Até a conclusão desta edição, a expectativa de arrecadação com o novo Refis, que era de cerca de R$ 8 bilhões com a proposta original do governo, passou para cerca de R$ 1 bilhão no novo plano.

A versão proposta pela comissão especial criada pelo Congresso para examinar a proposta original do governo provocaria uma perda de arrecadação de R$ 23 bilhões.

Com dificuldade para fechar as contas do governo em meio à lenta recuperação da economia, a equipe econômica pressionou o presidente Michel Temer a mudar o plano.

Com as negociações, o governo estuda dois caminhos. Um deles seria o próprio Congresso votar uma emenda conciliadora. Outra ideia seria deixar que a medida provisória com a proposta original do governo perca a validade e enviar nova medida incluindo as condições negociadas com os parlamentares.

O texto aprovado na comissão permite o parcelamento das dívidas em até 180 meses e, dependendo da parcela inicial, garante às empresas devedoras o direito a até 90% de desconto nas suas multas.”

Fonte: Brasil 247

 

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